segunda-feira, 30 de dezembro de 2019
Perdão
domingo, 29 de dezembro de 2019
Ecumenismo
quinta-feira, 5 de dezembro de 2019
A arca
domingo, 24 de novembro de 2019
Gugu Liberato
quarta-feira, 13 de novembro de 2019
Pete
terça-feira, 12 de novembro de 2019
Profeta
domingo, 10 de novembro de 2019
Reforma Protestante
Halloween
Brasil em lágrimas
Escândalos
Cristãos
domingo, 3 de novembro de 2019
Dia da consciência protestante
quarta-feira, 4 de setembro de 2019
Imitação
Um dia estava indo de bike para um bairro vizinho chamado Pontezinha, no caminho encontrei uma dirigente do círculo de oração oração já falecida, levando dois colchões de solteiro na cabeça.
Parei e perguntei a ela para onde ela ia, então toda alegre me disse que estava levando para uma família pobre no Jardim João de Deus, crianças que estavam dormindo em papelões.
Também me disse que ela nunca ia conseguir ser igual a Cristo, mas como cristã e portadora do nome Dele, tinha a obrigação de imita- lo.
Passado esses anos todos tenho a impressão que esta foi a maior mensagem que já ouvi.
quarta-feira, 14 de agosto de 2019
O casal e as finanças
Finanças: orientação bíblica para os casais cristãos
Por Presbitero Francisval de Melo Carvalho
Estudo baseado nas revistas:
Pastoreando a família – SOCEP – Volume VII
Aconselhamento cristão – SOCEP – Volume XI
A sociedade do 3° milênio – DIDAQUÊ – Volume XLI
1.INTRODUÇÃO:
Não resta a menor dúvida de que a área financeira é uma das mais complicadas na vida familiar. Boa parte dos conflitos entre casais surge por uma visão ou posicionamento inadequado sobre a vida financeira no lar. Vivemos numa sociedade consumista em que somos pressionados a nos equipararmos a um padrão de vida que, na maioria das vezes, não temos condições de acompanharmos.
O conceito de felicidade para muitas pessoas está alinhado com a possibilidade de se comprar ou não determinadas coisas, e quando frustradas em seus intentos manifestam toda a sua ira sobre aqueles que julgam culpados por isso.
Os papéis de marido e mulher, dentro da sociedade moderna, têm-se modificado nos últimos tempos, levando a mulher para o trabalho fora do lar e alterando a forma como o orçamento doméstico é administrado, gerando conflitos.
Cada pessoa encara o dinheiro e os bens de modo diferente. Para muitos significa: sucesso, poder, segurança emocional; e lutam de forma incansável por obtê-lo. Outros pouca importância dão ao assunto. Os dias estão cada vez mais difíceis com a crescente crise de empregos, quando muitos chefes de família passam meses desempregados; também nossas famílias manifestam crescente necessidade de novas coisas.
Como podemos ver, a tensão por causa do dinheiro é fonte de problemas constantes, que necessitam de tratamento adequado. Diante do exposto, o que a Bíblia nos ensina a respeito do dinheiro ?
2. O POSICIONAMENTO BÍBLICO SOBRE O DINHEIRO:
a) Deus é proprietário de todas as coisas – Sl 24:1. Logo, nós possuímos coisas, mas Deus é dono delas. Nós ganhamos dinheiro, mas é Deus quem nos capacita. Nós somos de Deus, portanto tudo que temos é Dele.
b) A vida do homem não consiste na abundância de bens que ele possui e Jesus chama de louco aquele que coloca as riquezas no centro de sua vida – Lc 12:13-21.
c) Deus tem cuidado com sua criação e tem ainda maior cuidado para com aqueles que o buscam, suprindo-lhes todas as necessidades na medida que Lhe aprouver – Mt 6:25-34; Fp 4:19. Precisamos buscá-lo de forma correta – Mt 7:7-12
d) O acumular não é incentivado, mas sim o repartir e o amor às riquezas torna-se um grande perigo para as nossas almas – Mt 6:19-21; At 20:35 e I Tm 6: 3-19.
É necessário que nossa segurança esteja depositada nas mãos de Deus, para que as circunstâncias não nos tragam tristezas e sofrimentos.
3. ATITUDES BÍBLICAS NA VIDA FINANCEIRA:
A Bíblia nos chama de despenseiros e requer que tenhamos uma qualidade: fidelidade. Isso implica em algumas atitudes de vida:
a) Exige trabalho – II Ts 3:7-12 e Pv 6: 6-11. Temos a promessa de que Deus suprirá cada uma de nossas necessidades; e isso é verdadeiro. Contudo, isso não nos concede ficarmos parados, olhando para o céu, esperando que chovam as bênçãos de Deus sobre nós. “Se alguém não trabalhar, também não coma”.
b) Exige planejamento –Mt 25:14-30; Pv 6:6-11; Lc 14:27-30
Poucas são as famílias que têm um orçamento familiar; que planejam como, onde e como investir; que se preocupam em ter alguma reserva; que ao iniciar uma obra medem os recursos, verificam a extensão do serviço e a capacidade para enfrentá-lo. Por falta de planejamento, de um orçamento – simples que seja – muitos entram em financiamentos, cartões de crédito, nas mãos de agiotas, e quando percebem já afundaram tanto, que é quase impossível sair de tal situação.
c) Administradores
Somos apenas administradores (mordomos). O entendimento correto dessa realidade muda completamente nossa atitude para com o dinheiro. A aplicação dos recursos não depende de nós, mas da vontade de Deus, por isso devemos sempre buscar a sua orientação.
4. ERROS BÁSICOS QUE IMPEDEM O SUCESSO ECONÔMICO:
a) Contrair dívidas. A Bíblia nos diz que: “O rico domina sobre o pobre, e o que toma emprestado é servo do que empresta” – Pv 22:7. Ao contrairmos uma dívida, assumimos uma posição de servo em relação ao nosso credor, pois temos que trabalhar para ele, isto é, o fruto do nosso trabalho é seu, para pagar a nossa dívida. “A ninguém fiqueis devendo cousa alguma, exceto o amor… Rm 13:8
b) Gastar mais do que ganha. Isto significa administrar levianamente os recursos que Deus nos dá. Um adágio popular diz: “Quem quiser administrar seus bens corretamente, não pode se perguntar aonde foi parar o dinheiro; ele é que tem de dizer para onde o dinheiro deve ir”. Existem pessoas que tem o hábito de comprar compulsivamente, mesmo sem ter necessidade do que está sendo adquirido. O ato de comprar indiscriminadamente é uma doença chamada de oneomania e estudos mostram que as mulheres são mais susceptíveis a essa doença ou distúrbio no controle dos impulsos. Pessoas que apresentam esse comportamento necessitam de tratamento evitando assim comprometimento da situação financeira do indivíduo ou família.
c) Vida centralizada no dinheiro. O mundo vive
em função do dinheiro e de possuir bens materiais. Por isso Jesus recomenda: “Tende cuidado e guardai-vos de toda e qualquer avareza; por que a vida de um homem não consiste na abundância dos bens que ele possui” – Lc 12:15.
d) O desejo de ficar rico depressa. “Correr atrás das riquezas” é o esporte mais praticado hoje. Cuidado com os “Negócios da China” que oferecem lucros fáceis e altos ganhos. Pv 28: 20 e 22.
e) Não praticar a benevolência. A avareza é sempre acompanhada pela mesquinharia. O desejo de possuir para si, fecha a porta para a necessidade do outro. A Bíblia afirma que “mais bem-aventurado é dar que receber” – At 20:35; Lc 6:38. Esse princípio de dar e receber atua em três áreas: Deus – Pv 3:9-10 e Ml 3:10; Os irmãos na fé – Gl 6:10 e At 2:42-47 e ao pobre necessitado – Pv 14:21,31; 19:17. Há muitos crentes que são infiéis ao Senhor, na área financeira e por isso vivem sempre em dificuldades – Sl 37:5.
f) A desonestidade. A desonestidade no campo financeiro é prática corrente e aprovada em nossa sociedade. Ser honesto é um defeito hoje. Cumpre-se a profecia de Ruy Barbosa de que um dia o homem teria vergonha de ser honesto. A Bíblia diz: “trabalhar por adquirir tesouro com língua falsa é vaidade e laço mortal” – Pv 26:1 e Pv 10:2. A desonestidade com certeza será punida.
g) A vida exclusivamente no trabalho. A Bíblia diz no Salmo 128 que a perspectiva de Deus para a felicidade humana é: Deus em primeiro lugar, a família em segundo, e o trabalho em terceiro. “Não te fatigueis para seres rico”; pois, “O rico e o pobre se encontram; a um e a outro faz o Senhor”- Pv 23:4; 22:2. Não há sucesso no trabalho que compense a destruição de sua família e do seu relacionamento com Deus.
5. CONCLUSÃO
Precisamos estabelecer um sistema de valores baseados na Bíblia para que a área financeira não se torne um problema grave em nossas vidas. A Bíblia nos ensina em Lucas 14:27-30 que o planejamento em qualquer situação da vida é por demais importante. Na área financeira , não é diferente, ainda mais na atual conjuntura onde somos “doutrinados” a consumir.
segunda-feira, 5 de agosto de 2019
A filosofia do ciclismo
A filosofia do ciclismo é a liberdade, a finalidade de todo ciclista é ter por preciosas horas o sentimento de desapego da rotina massacrante do dia dia.
Todo ser humano tem a sua rotina, compromissos com a esposa, os filhos, a escola, o trabalho, a igreja e as vezes o clube, com o tempo todos percebem a chatice da rotina, as vezes competitiva.
Quando estamos pedalando, a única diferença é a marca, a capacidade e o preço da bike, mas o movimento sempre tem que ser o mesmo.
Em cima da bike somos todos iguais, uns pedalam mais forte que os outros, mas todos estão indo para algum lugar, e o destino é o que menos importa, uma praça, um parque, uma praia, uma trilha na montanha, uma estrada, todos querem ficar distante da tal rotina.
Todo ciclista tem a mesma mania, ficar olhando a bike do outro, as peças etc, e sonhar, logo vou melhorar a minha, outra coisa que diferencia nos ciclistas, uns gostam de andar sozinhos, outros em grupo, equipe.
Grupos e equipes as vezes chateiam porque quando nos filiamos a um grupo, logo vem as cobranças e de repente as ideias começam a divergirem, uns gostam do campo outros das praças outros da estrada, e quando não percebemos estamos presos a rotina de novo, amarrados ao gosto e a liderança daquela equipe.
Gosto do pedal que combino durante a semana, quem vai, quem não vai, terminou aquele pedal, página virada, o próximo pedal será outra história, sentimento de liberdade.
quinta-feira, 1 de agosto de 2019
27 características do anticristo
Deus diz que o ser humano (ou humanidade) está vivendo no tempo final, na última era, na última dispensação, no último período da história da Terra. Quem ou que é o Anticristo? A Bíblia diz em 1 João 2:18 “Filhinhos, esta é a última hora; e, conforme ouvistes que vem o anticristo, já muitos anticristos se têm levantado; por onde conhecemos que é a última hora.” A palavra original em grego para “anticristo” pode ter dois significados. Pode significar “contra Cristo”, no sentido de uma pessoa ou um certo poder estar em oposição ao trabalho de Cristo. Ou a palavra poder significar “em vez de Cristo”, no sentido de uma pessoa ou um certo poder ‘tomar o lugar de Cristo’ , ou é uma ‘imitação de Cristo’. Deus diz que além da vinda de um Anticristo especial, haviam muitos outros anticristos em existência durante a era da Igreja primitiva. A Bíblia diz em 1 João 2:19 & 26 “Saíram dentre nós, mas não eram dos nossos; porque, se fossem dos nossos, teriam permanecido conosco… Estas coisas vos escrevo a respeito daqueles que vos querem enganar.”
Porém, antes do dia da Segunda Vinda de Jesus, haverá uma manifestação do grandioso e final Anticristo, o anticristo que ainda “está para vir”. Que acontecerá a este Anticristo, ecomo o reconheceremos?
01. Ele vem entre os dez reis do Império Romano restaurado; sua autoridade terá semelhanças com os antigos babilônios, persas e gregos [Daniel 07:24; Rev. 13:2 / Daniel 7:7]
02. Ele vai dominar três reis [Daniel 7:8, 24]
03. Ele é diferente dos outros reis [Daniel 07:24]
04. Ele se levantará da obscuridade… um “chifre pequeno” [Daniel 7:8]
05. Ele falará coisas espantosas[Daniel 7:8; 6 Ap. 13:5]
06. Ele vai blasfemar contra Deus, [Daniel 07:25; 11:36; Ap. 13:5] caluniar seu nome, morada e perseguir os santos [AP 13:6]
07. Ele irá oprimir os Santos e será bem sucedido por 3 anos e meio [Daniel 07:25; Ap. 13:7]
08. Ele vai tentar mudar o calendário, talvez para definir uma nova era, relacionada a si mesmo [Daniel 07:25]
09. Ele vai tentar mudar as leis, talvez para ganhar uma vantagem para seu novo reino e era [Dan 07:25]
10. Ele não vai ser sucedido por outro governante terreno, mas por Cristo [Daniel 07:26-27]
11. Ele confirmará uma aliança com “muitos”, ou seja, o povo judeu [Daniel 09:27] esta aliança provavelmente envolverá a criação de um templo judeu em Jerusalém [ver Dan 09:27; Mt 24:15]
12. Ele porá um fim ao sacrifício e ofertas dos judeus depois de 3 anos e meio e vai configurar uma abominação a Deus no templo [Daniel 09:27, Mt 24:15]
13. Ele não responderá a uma alta autoridade terrena; “Ele vai fazer o que quiser” [Daniel 11:36]
14. Ele vai mostrar que não respeita a religião de seus ancestrais [Daniel 11:37]
15. Ele não vai acreditar em qualquer Deus em tudo [exceto em si] [Daniel 11:37] 16. Ele “não respeita o desejo de mulheres”: alguns estudiosos dizem que ele será assexuado ou homossexual [Dan 11:37]
17. Ele reivindicará ser maior do que qualquer Deus [Daniel 11:37; 2 Tessalonicenses 2:4]
18. Ele vai alegar ser Deus [2 Tessalonicenses 2:4]
19. Ele honrará apenas um “Deus” dos militares. Seu todo foco e atenção será em seu exército. Ele vai conquistar terras e distribuí-los [Daniel 11:39-44]
20. Sua chegada na cena mundial será acompanhada por milagres, sinais e maravilhas [2 Tessalonicenses 2:9]
21. Ele ou seu companheiro [o falso profeta], reivindicará ser Cristo [Mt 24:21-28]
22. Ele vai alegar que Jesus não veio em carne e osso, ou que Jesus não ressuscitou [2 João 7]. Ele irá negar que Jesus é o Messias [I João 02:22]
23. Ele vai ser adorado por muitas pessoas [Ap. 13:8]
24. Ele vai odiar uma nação que inicialmente vai ter algum controle sobre seu reino, mas ele destruirá esta nação [Ap. 17:16-18]
25. Ele vai aparecer após sobreviver a um ferimento fatal [Ap. 13:3; 17:8]
26. Seu nome será relacionado ao número seiscentos e sessenta e seis — mas não necessariamente de forma óbvia [Ap. 13:17-18].
27. Ele será habilitado pelo diabo em pessoa [Ap. 13:2]
segunda-feira, 8 de julho de 2019
Divórcio
Por um bom tempo fui contra o divórcio, inimigo de uma separação, e ainda entendo que todos saem machucados, magoados quando isso acontece.
Porém diante de algumas circunstâncias é mais sofrida a continuidade de alguns casamentos, quando se perde o respeito, a confiança e o amor não resta mais sentido nenhum continuar juntos.
Alguns dizem que é melhor só do que mal acompanhado e a bíblia confirma PV 21: 9.
Mas o que mais machuca numa separação são as intrigas, as acusações, a exposição gratuita de ambas as partes, muitos casais se separam e continuam amigos, procuram esquecer as diferenças e simplesmente a vida segue.
José o esposo da virgem Maria quando notou a sua gravidez e não entendendo nada do que ocorria e como temente de Deus intentou deixar deixar ela secretamente.
Secretamente sem infama-la, sem escandalizar, sem denegrir a imagem dela e da família é claro que depois de tudo esclarecido, o anjo ter explicado o que aconteceu ele volta a morar com ela, Mt 1: 18 - 20.
Se tivesse confirmado suas suspeitas ele teria feito a coisa certa, as vezes sofremos por não termos paciência e agirmos precipitadamente.
sábado, 6 de julho de 2019
A síndrome de Adão
A grande dificuldade para as pessoas alcançar a salvação é a Síndrome de Adão, ou seja a necessidade de reconhecer seus próprios erros.
Enquanto a pessoa ficar estribada em suas próprias razões nunca atingirá esse objetivo, porque o orgulho sempre impede esse reconhecimento.
Quando Adão foi interrogado por Deus a respeito de seu erro, seus pecados ele procurou transferir para a mulher Eva, que por sua vez transferiu para a serpente Gn 3: 10 - 13.
Muitos procuram os trabalhos de libertação, mas a verdadeira libertação acontece quando reconhecemos nossos pecados, nossas fraquezas, nossa falhas, Pv 28: 13,14.
Você pode estar se perguntando como posso atingir esse objetivo ? Talvez com seu próprio esforço você nunca alcançará, talvez seja uma busca inútil, mas quando você ouvir a voz do Espírito Santo, aí sim chegará ao porto seguro para sua alma, alcançar as respostas para suas aflições Jo 16: 7 - 9.
sexta-feira, 5 de julho de 2019
Incômodo
O diabo não se incomoda, quando você ora, lê a Bíblia, louva, ouve louvor, adora a Deus, faz caridades, dá esmolas, visita os enfermos, vai a igreja, um crente exemplar.
Ele sabe que tudo isso faz parte da vida de todo cristão e nada disso incomoda ele.
Somente há uma coisa que incomoda ele, é quando você começa evangelizar, falar da salvação às pessoas, buscar aqueles que estão destinados a perdição eterna.
Seu ódio aumenta quando você ganha para Cristo alguém que ele já julgava ganho, ele fica feliz e confortável com esse evangelho sem proposta de mudança, sem conversão genuína, o evangelho moderno da prosperidade, do tudo vai dar certo, você é um abençoado.
O sujeito não gosta de confronto, sua guerra é silenciosa, imperceptível, dissimulada, o conselho dele é : Você é um bom cristão, Jesus te ama, está tudo bem, o evangelho já foi pregado, todo mundo já ouviu a mensagem, pra que incomodar as pessoas ?
O texto bíblico que mais incomoda ele é esse, ele odeia isso: Meus filhinhos por quem de novo sinto dores de parto, até que Cristo seja formado em vós
Gl 4:19, ele gosta quando pregamos para alguém e depois abandonamos aqueles que ganhamos.
Fique de olho nele.
sábado, 29 de junho de 2019
Vai tudo bem ?
A mulher sunamita.
No livro de 2 Reis 4:8 - narra a história do Profeta Eliseu e a Sunamita, segundo a narrativa bíblica, Eliseu sempre ia com seu aprendiz de Profeta Geazi a cidade de sunen, e a Mulher sunamita observava e um dia disse ao seu esposo, percebo que este homem que sempre vem aqui é um santo homem de Deus. O que você acha de nos fazermos um quarto e deixarmos ele ficar ali todas as vezes que ele vir a esta cidade, neste quarto colocaremos uma cama, mesa e cadeiras e lhe daremos abrigo e alimento.
Até este momento vai tudo bem.
A mulher esta feliz, esta colaborando com a obra de Deus alimentando o Profeta e seu aprendiz, Esta semeando em um campo muito fértil, e grande será a colheita assim seria a analise de qualquer pessoa que conhece o que diz a palavra de Deus em Marcos 10: 42 - Jesus diz, Eu afirmo que aquele que der um copo de água morna a um dos meus pequeninos recebera a recompensa.
A recompensa chega para sumanita, um dia Eliseu manda Geazi chamar a mulher e lhe diz, o que eu poderia fazer por você, por tudo que tens feito a mim. ela diz eu tenho tudo que preciso junto ao meu povo, em outras palavras a mulher esta dizendo, vai tudo bem. mas Geazi diz para Eliseu, a algo que o povo dela e nem seu marido a pode dar, ela não tem filho. eu imagino que a esperança de ter filhos ja avia se perdido no coração da sunamita por isso ela mesmo sabendo que estava adiante de um homem poderosamente usado nas mãos de Deus não falou nada sobre filhos.
Deus da um filho a sunamita.
Mais uma vez o profeta Eliseu manda chamar a mulher e lhe diz, No tempo determinado da vida abraçaras uma criança, maravilhada a mulher responde a Eliseu, não brinque com os meus sentimentos por favor. Será que Deus brinca com nossos sentimentos? Ele sabe mexer com os mesmos, só Ele sabe reavivar esperança, prometer e cumprir suas promessas. e cumpri a mulher da a luz uma criança linda. agora na vida da sunamita muito mais que antes ela diz para toda vizinhança ouvir, vai tudo bem!
As adversidades chegam sem prévio aviso.
Passando-se os anos, o menino agora é um jovem rapazinho e esta trabalhando com seu pai, derrepende uma forte dor de cabeça vem sobre o jovem e ele diz ai ai minha cabeça, o pai imediatamente manda um dos seus servos levar o menino para a mãe. chegando aos pés de sua mãe o menino morre. será que agora a mulher sunamita vai dizer que tudo esta bem?
Que resposta daremos aos que querem saber de nossa vida.
Vai tudo bem, esta é a resposta que daremos a todos que nos perguntar. mesmo que estejamos em meio ao mais alto nível de provação devemos dizer, vai tudo bem por que sei que Deus esta comigo e dará solução ao meu problema. Muitas vezes os parentes e amigos por mais que nos amam, não podem ajudar em certas situações e se alarmarmos nossos problemas, poderemos ate piorar a situação, devemos esperar a resposta e solução de Deus, A mulher sunamita poderia colocar a culpa no marido a morte de seu filho, dizer ele é muito novo para trabalhar com você, por isso aconteceu isso, ou ate ir dizer ao marido e fazer um escândalo, ai meu Deus o menino morreu e deixar o marido também desesperado. mas ela sabia a quem recorrer. Salmos 46:1 Deus é nosso refugio e fortaleza socorro bem presente na angustia.
A quem devemos recorrer.
A mulher sunamita sabia que quem avia dado seu filho foi o próprio Deus através do Ministério do profeta Eliseu, e resolve ir falar com quem podia lhe ajudar, ela manda um dos seus servos dizer a seu marido, mande imediatamente para mim um jumento por que tenho algo a tratar com Deus através do profeta Eliseu. o esposo manda perguntar a ela, esta tudo bem com você e com o menino, ela manda dizer ao esposo, Vai tudo bem, O que você diria ao seu esposo nesta situação?
A mulher chega ao profeta Eliseu.
De longe Eliseu ver vindo a mulher e diz a Geazi, vai se encontrar com ela e pergunta, vai tudo bem contigo? vai tudo bem com seu marido? vai tudo bem com seu filho, e ela respondeu vai tudo bem! Que exemplo de mulher e como podemos aprender com este acontecimento, em nenhum momento a mulher demonstra fraqueza, não vemos a mulher murmurando, xingando, chorando e nem se lamentando, mas uma mulher firme e determinada a buscar a resposta em quem tinha de lhe responder. Ao chegar aos pés de Eliseu a mulher se lança aos seus pés e chorando e dizendo pedi eu algum filho a Deus não disse eu não minta a sua serva.
A ressurreição do filho da sunamita.
Eliseu vai a casa de sunamita e chegando lá, deita-se sobre o menino e o menino espirra sete vezes e a vida torna a entrar nele, para honra e glória de Deus. Podemos aprender nesta passagem da bíblia que, Mesmo que estejamos fazendo ou participando da obra de Deus, os problemas não deixarão de surgir e nos afrontar, mas devemos aprender também que por mais difícil pareça a situação, e isso vemos que a situação da sunamita e seu filho não era um pequeno problema, mas a mulher resolveu agir de forma contraria a muitos agiriam, e assim tocou o coração de Deus, O milagre aconteceu por duas vezes naquela família Deus deu o filho, o espírito da morte tentou tirar, mas prevaleceu a vontade de Deus e o menino ressuscitou.
Conclusão:
Talvez sua vida esteja assim, grandes dificuldades e adversidades tem invadido sua casa e família de forma repentina, e você já não sabe a quem recorrer, Não conte a qualquer pessoa seu problema, mas se lance aos pés de Jesus e não deixe de lhe dizer tudo que esta lhe atormentando, pode fazer isso sem medo, porque isto e mandamento dele, 1 Pedro 5: 7- Lançando sobre ele toda vossa ansiedade, porque ele tem cuidado de vós. Neste momento Deus manda eu te dizer Vai tudo bem!
Pr. Amauri Arruda
sábado, 22 de junho de 2019
Estado laico é diferente de Estado antirreligioso
Antes de prosseguir, convém repisar a diferença entre dois conceitos: laicidade e laicismo.
De modo bastante sucinto, a laicidade é característica dos Estados não confessionais que assumem uma posição de neutralidade perante a religião, a qual se traduz em respeito por todos os credos e inclusive pela ausência deles (agnosticismo, ateísmo). Já o laicismo, igualmente não confessional, refere-se aos Estados que assumem uma postura de tolerância ou de intolerância religiosa, ou seja, a religião é vista de forma negativa, ao contrário do que se passa com a laicidade.
A Constituição Federal de 1988, como de resto a maioria das anteriores, não permite nem mesmo que se cogite ou suspeite de laicismo no Estado brasileiro. Com efeito, qualquer ideia de laicismo é repudiada ab ovo, pois já no preâmbulo de nossa Carta é solenemente declarado: “promulgamos, sob a proteção de Deus, a seguinte Constituição da República Federativa do Brasil” (g.n.). Obviamente, um Estado que se constitui sob a proteção de Deus pode ser tudo, menos um Estado ateu ou antirreligioso.
Decerto, porém, que o apreço e o reconhecimento dos valores religiosos não ficaram somente no preâmbulo. Longe disso, a Constituição de 1988 foi bastante zelosa ao dispor sobre estes valores. Confira-se:
Art. 5º ...
(...) VI - é inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e a suas liturgias;
VII - é assegurada, nos termos da lei, a prestação de assistência religiosa nas entidades civis e militares de internação coletiva;
VIII - ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política, salvo se as invocar para eximir-se de obrigação legal a todos imposta e recusar-se a cumprir prestação alternativa, fixada em lei;
Art. 143. O serviço militar é obrigatório nos termos da lei.
§ 1º - às Forças Armadas compete, na forma da lei, atribuir serviço alternativo aos que, em tempo de paz, após alistados, alegarem imperativo de consciência, entendendo-se como tal o decorrente de crença religiosa e de convicção filosófica ou política, para se eximirem de atividades de caráter essencialmente militar.
§ 2º - As mulheres e os eclesiásticos ficam isentos do serviço militar obrigatório em tempo de paz, sujeitos, porém, a outros encargos que a lei lhes atribuir.
Art. 150. Sem prejuízo de outras garantias asseguradas ao contribuinte, é vedado à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios:
(...) VI - instituir impostos sobre:
(...) b) templos de qualquer culto;
Art. 210. ...
§ 1º - O ensino religioso, de matrícula facultativa, constituirá disciplina dos horários normais das escolas públicas de ensino fundamental.
Art. 226. ...
(...) § 2º - O casamento religioso tem efeito civil, nos termos da lei.»
E o apreço é tal pela religião que até o art. 19, que define a laicidade de nosso Estado, não deixa de conferir garantias religiosas:
Art. 19. É vedado à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios:
I - estabelecer cultos religiosos ou igrejas, subvencioná-los, embaraçar-lhes o funcionamento ou manter com eles ou seus representantes relações de dependência ou aliança, ressalvada, na forma da lei, a colaboração de interesse público; (g.n.)
Note-se que as vedações deste art. 19 são claríssimas: não estabelecer cultos religiosos nem igrejas, não subvencioná-los e não manter com eles ou seus representantes relações de dependência ou aliança. É certo que este dispositivo deve ser interpretado taxativamente, pois se trata de norma restritiva. Assim sendo, surge naturalmente a pergunta: de que forma um crucifixo na parede incorreria em alguma das vedações do art. 19, inc. I da Constituição Federal? A resposta é óbvia: de forma nenhuma. E se não incorre nas citadas vedações não há nada que justifique sua proibição. Acreditamos que esta razão baste para demonstrar o equívoco da decisão gaúcha, mas há mais.
Partindo de outro enfoque, abstraindo a conclusão do parágrafo anterior, podemos ir direto ao ponto e indagar: a existência de algum símbolo religioso em prédio público macula a laicidade do Estado brasileiro?
A resposta nos parece de uma clareza solar, podendo ser facilmente encontrada a partir de outras singelas indagações, com base nos dispositivos constitucionais acima transcritos. Algo assim: o fato de o Estado ...
a) assegurar o livre exercício dos cultos religiosos e garantir a proteção aos locais de culto e a suas liturgias, fere a laicidade do Estado?
b) assegurar a prestação de assistência religiosa nas entidades civis e militares de internação coletiva, fere a laicidade do Estado?
c) permitir que alguém oponha validamente sua crença religiosa ao cumprimento de obrigação legal a todos imposta, mediante prestação alternativa, fere a laicidade do Estado?
d) eximir do serviço militar obrigatório, mediante serviço alternativo, quem alegar imperativo de consciência decorrente de crença religiosa, fere a laicidade do Estado?
e) isentar do mesmo serviço obrigatório os eclesiásticos, compromete a laicidade do Estado?
f) conceder imunidade de impostos aos templos de qualquer culto, não fere a laicidade do Estado?
g) prever o ensino religioso facultativo como disciplina dos horários normais das escolas compromete a laicidade do Estado?
h) conferir efeito civil ao casamento religioso, na forma da lei, não fere seu caráter laical?
i) impor a si mesmo a proibição de embaraçar os cultos religiosos, não compromete seu caráter laico?
A resposta a todas as indagações acima é necessariamente negativa, pois o contrário corresponderia à negação do Estado laico, e sem esta premissa não subsistiria a presente questão.
A próxima pergunta, então, é óbvia e certamente já está na mente do leitor: se nada disso compromete o caráter laico do Estado, pois tudo está previsto na Constituição, como seria possível que algo muito mais singelo, como um simples crucifixo na parede, pudesse malferir a laicidade do Estado?
Com todas as vênias, nos parece absurdo supor que a mesma Constituição que abre mão de cifras milionárias com a concessão de imunidade aos templos de qualquer culto (templo este que é considerado em sentido lato pela jurisprudência), e que se desdobra para tutelar os valores religiosos, conforme visto nos dispositivos acima transcritos, possa proibir, implicitamente(!), a permanência de símbolos religiosos que tradicionalmente se encontram em alguns prédios públicos.
Com efeito, quem pode o mais, pode o menos, não há como fugir deste truísmo. Assim, se a Constituição admite o mais no campo religioso, sem que se possa considerar o Estado menos laico por conta disso, é evidente que também admite o menos (o crucifixo na parede).
Outro ponto que muito nos preocupa neste tema – e que vem se tornando lamentavelmente comum – é a utilização repetitiva de sofismas. Trata-se de afirmações vazias que procuram transformar o absurdo em lógica, é o caso noticiado do Conselho da Magistratura gaúcha, segundo o qual “resguardar o espaço público do Judiciário para o uso somente de símbolos oficiais do Estado é o único caminho que responde aos princípios constitucionais republicanos de um Estado laico, devendo ser vedada a manutenção dos crucifixos e outros símbolos religiosos em ambientes públicos dos prédios”.
Ora, nada mais equivocado. Nada além de uma frase bonita, mas sem conteúdo: resguardar do quê? De algo vedado pela Constituição? Já se viu que não. Único caminho para onde, para quê? Para a intolerância. Ao contrário do afirmado pelo referido Conselho, acreditamos que o que responde aos princípios constitucionais republicanos de um Estado laico se chama respeito, e compreensãoacerca da herança cultural e religiosa de um país. Portanto, a presença de um símbolo religioso numa repartição pública, só por si, não tem o condão de nem mesmo arranhar a laicidade do Estado.
Argumenta-se ainda (incansavelmente), que os símbolos são cristãos e nem todos o são, daí a inconstitucionalidade. Este tipo de argumento traz à memória um fato noticiado há algum tempo, uma pós-adolescente, mulher de um jogador de futebol, se negara a entrar no carro de sua mãe por haver nele uma pequena imagem religiosa, doutra fé que não a da garota. Ou seja, intolerância religiosa pura. E não é nada além desse tipo de intolerância que o Judiciário tutela quando determina a retirada de objetos religiosos tradicionais das repartições públicas, sob a alegação de estar agindo em defesa da laicidade ou de qualquer outro princípio republicano.
Não se perca de vista que o Brasil é um país eminentemente cristão, logo, qual o tipo de imagem religiosa que se supõe encontrar disseminada? Haveria aí alguma concessão do Estado em prol de uma religião e em detrimento das outras? De modo algum, pois ou tais imagens estão por tradição nos referidos prédios, algumas há séculos, ou são miudezas carreadas pela fé e tradição dos que laboram no local, nada além.
E o não-cristão? E o ateu e o agnóstico? Como ‘ficam’? Esses não terão sua esfera jurídica atingida em absolutamente nada, pois, se não forem cristãos, basta ignorar o crucifixo ou considerá-lo como um penduricalho na parede. Ou assim ou teremos um Judiciário que premia a intolerância e se vocaciona ao acolhimento das pretensões mais mesquinhas que insistem em acompanhar a humanidade através dos séculos.
Fonte: https://www.conjur.com.br/2012-mar-21/estado-laico-nao-sinonimo-estado-antirreligioso-ou-laicista
quinta-feira, 20 de junho de 2019
quarta-feira, 12 de junho de 2019
O joio e o trigo
O joio e o trigo
Dias atrás postei aqui uma pergunta.
Pode o joio estar dentro da igreja ?
Depois de ouvir muitos teólogos e pensadores bíblicos, cheguei a seguinte conclusão:. Ninguém consegue responder positivamente está pergunta sem saber o que significa Igreja.
Se pensarmos na igreja como uma instituição terrena, material presente na sociedade, aí sim o joio pode estar presente, e permanecer por muitos anos, tendo em vista que em qualquer congregação ou denominação nem todos são ou serão convertidos, apenas frequentam, como uma atividade de lazer, bem estar, companhia a alguém, enfim muitos outros motivos.
Porém a igreja como como organismo vivo, espiritual, invisível formada pelos Santos do mundo todo, pessoas de todas as denominações unidas em um só Espírito, uma só fé, uma só esperança, nessa igreja o joio não pode entrar é um jardim fechado.
Não faz sentido o joio crescer distante do trigo, se assim fosse não faria sentido a comparação, e mais a recomendação de Jesus para não arrancar o joio.
Isso não significa que a igreja seja conivente e até tolerante com as atitudes e ações malignas dos incrédulos com cara de crente em seu meio, em seu convívio, apenas não deve excluí-los, mesmo quando essa convivência seja até mesmo incômoda.
segunda-feira, 27 de maio de 2019
A postura do pregador
A POSTURA DO PREGADOR NO PÚLPITO
Por Geziel Gomes
1- O pregador não deve cumprimentar individualmente todas as pessoas que encontra no púlpito, se a reunião já está em andamento.
2- O pregador não deve se dirigir a qualquer pessoa no púlpito no momento da oração.
3- O pregador deve evitar cruzar as pernas enquanto estiver no púlpito.
4- O pregador deve evitar dizer: “levante as mãos para cima”, visto que não se pode levantar nada para baixo.
5- O pregador não pode ser interrompido enquanto estiver falando.
6- O pregador deve ser inteligente no uso de sua voz.
7- O pregador deve evitar o uso de chavões durante a pregação.
8- O pregador jamais deve passar para o auditório a impressão de que está estressado.
9- O pregador não deve tomar mais tempo na introdução que no conteúdo da mensagem.
10- O pregador não de e abusar da expressão: “diga para a pessoa que está ao seu lado”.
11- O pregador não deve manter os seus ouvintes em pé por um tempo além do necessário.
12- O pregador deve evitar dizer várias vezes na mesma mensagem: “e agora, para concluir” .
13- O pregador não deve concluir uma oração dizendo: “ em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo”.
14- O pregador deve ser gentil ao pedir silêncio ao auditório.
15- O pregador deve ser muito cauteloso ao tratar com crianças que se movimentam nos corredores do templo ou diante do púlpito
sábado, 25 de maio de 2019
Acalmando a tempestade
ACALMANDO A TEMPESTADE
Marcos 4, 35-41
Quando a tempestade atingiu o barco os discípulos entregaram-se ao pânico, agiam como se fossem ser lançados à eternidade a qualquer momento. Se ao invés de se apavorarem eles tivessem se lembrado dos ensinamentos de Jesus, certamente eles teriam se mantido em calma, mas pelo contrario foram dominados pelo medo e pavor da morte. Os seus temores suplantaram o sucesso.
É interessante notar que tudo vai bem, quando o barco está na água, mas, quando a água está no barco, não podemos afirmar que tudo vai bem. Muitas vezes sucumbimos diante da adversidade, porque permitimos que as tormentas invadam nosso espírito. Quando Daniel foi lançado na cova dos leões, ele não deixou a cova se instalar no seu espírito, Paulo e Silas quando estavam presos, lutaram para que seus espíritos não fossem aprisionados.
As vitórias não dependem das circunstâncias externas, mas do nosso íntimo, ela depende de como você enfrenta a adversidade. Se estivermos fortalecidos no Senhor e na força de seu poder, triunfaremos sobre a adversidade. O medo tinha aberto a porta para a tempestade invadir os corações dos discípulos. Nas circunstâncias da vida devemos sempre estar atentos para a voz do Senhor Jesus que diz: "NAO TEMAS" Precisamos entender que a presença de Jesus no barco de nossa vida é a garantia que as ondas não irão nos sucumbir.
Pr. Samuel Couto
terça-feira, 21 de maio de 2019
Elias e carruagem de fogo
Quando lemos a palavra muitas vezes não percebemos alguns detalhes importantes e por falta de hermenêutica acabamos por afirmar coisas que a Bíblia não diz . Antigamente era muito comum se ouvir em alguns hinos ou ler em livros que Elias foi arrebatado aos céus em uma carruagem de fogo e isso se tornou uma verdade incontestável para alguns irmãos. Entretanto, será que realmente Elias foi arrebatado em uma carruagem de fogo? Ao analisar o texto bíblico de forma cuidadosa, podemos concluir que não: “E sucedeu que, indo eles andando e falando, eis que um carro de fogo, com cavalos de fogo, os separou um do outro; e Elias subiu ao céu num redemoinho.” (II Rs 2.11). O Texto é bastastante elucidativo até porque a carruagem de fogo só serviu para separar Elias de Eliseu sendo o profeta transladado aos céus por um redemoinho e não por uma carruagem de fogo. Amado irmão, aprender a palavra é muito importante para o nosso crescimento espiritual. Portanto, estude a palavra de forma sistemática, frequente os cultos, venha na Escola Dominical, estude Teologia, pois quanto mais estudamos, mais descobrimos que precisamos aprender mais.
Explicação da parábola do joio
A Parábola do Joio e do Trigo fala sobre a existência do mal no meio do bem e a definitiva separação entre eles. A Parábola do Joio e do Trigo está registrada no Evangelho de Mateus, bem como sua explicação (Mateus 13:24-30; 36-43). Neste estudo bíblico iremos meditar no significado dessa importante parábola de Jesus.
Resumo da Parábola do Joio e do Trigo
Na Parábola do Joio e do Trigo Jesus comparou o Reino dos céus a lavoura de um homem. Este homem semeou boa semente de trigo em seu campo. Mas durante o seu período de descanso, veio um adversário e semeou joio no meio do trigo. Passando o tempo, o trigo cresceu e frutificou, mas junto dele também apareceu o joio.
Ao constatarem que havia joio entre o trigo, os servos do dono do campo lhe interrogaram sobre o porquê da presença de joio na plantação se na verdade apenas o trigo havia sido semeado por ele. O agricultor respondeu aos seus servos que um inimigo havia feito aquilo.
Prontamente seus servos se disponibilizaram a arrancar o joio do meio da plantação de trigo. Mas o dono do campo impediu que eles fizessem isto. Segundo ele, ao arrancar o joio, seus servos poderiam também acabar arrancando o trigo. Então ele ordenou que deixassem crescer o joio e do trigo juntos até o dia da ceifa. Neste dia, porém, os ceifeiros teriam ordens para colher primeiro o joio e separá-lo para queimar, enquanto o trigo seria guardado em seu celeiro (Mateus 13:24-30).
Contexto da Parábola do Joio e do Trigo
Jesus pronunciou a Parábola do Joio e do Trigo num determinado dia em que saiu de uma casa e se assentou à beira do Mar da Galileia. Naquele dia uma grande multidão se reuniu perto dele. Então Ele subiu num barco enquanto a multidão ficou em pé na praia escutando seus ensinamentos.
Naquele mesmo dia, Jesus pronunciou uma série de pelo menos sete parábolas sobre o Reino dos céus. Primeiro Ele contou quatro parábolas diante de toda multidão. Foram elas: O Semeador, O Joio e do Trigo, O Grão de Mostarda e o Fermento (Mateus 13:1-36). Já as três últimas parábolas foram contadas exclusivamente aos seus discípulos. Foram elas: O Tesouro Escondido, A Pérola de Grande Valor e a Rede. (Mateus 13:36-53).
Provavelmente a Parábola do Joio e do Trigo foi contada na sequência da Parábola do Semeador. Ambas as parábolas possuem certas semelhanças. Elas utilizam o pano de fundo da agricultura, e igualmente falam de um semeador, uma lavoura, e sementes sendo plantadas.
Mas ao mesmo tempo elas também possuem diferenças significativas. Na Parábola do Semeador só há um tipo de semente sendo semeada, a boa semente. Por isto a mensagem da parábola enfatiza a forma com que essa boa semente é recebida pelos diferentes tipos de solo. Além disto, o maligno aparece como aquele que arranca a semente semeada em determinado tipo de solo.
Já na Parábola do Joio e do Trigo há dois tipos de sementes, a boa e a ruim. Então a ênfase é posta no semeador, sobretudo na forma com que ele trata a realidade de haver semente ruim plantada junto de semente boa. Por último, o inimigo aparece como sendo o responsável em plantar a semente ruim. Existem muitas passagens bíblicas que aplicam metáforas da agricultura, pois isto consistia em algum muito presente na vida daquela época.
Explicação da Parábola do Joio e do Trigo
O próprio Jesus explicou a Parábola do Joio e do Trigo aos seus discípulos. Eles não tinham entendido esta parábola, e depois de Jesus ter despedido a multidão, eles lhe pediram explicação.
Jesus explicou a parábola dizendo que o homem que semeia a boa semente é o Filho do homem, ou seja, Ele próprio. Vale saber que o título “Filho do homem” é a autodesignação mais utilizada por Jesus. Este é um título muito significativo que aponta tanto para sua plena humanidade quanto para sua plena divindade.
O campo, na parábola, serve como representação do mundo. A boa semente de trigo representa os filhos do Reino, enquanto que o joio representa os filhos do maligno. Consequentemente, o inimigo que semeou o joio é o diabo. Por último, a ceifa representa a consumação dos séculos, e os ceifeiros, aos anjos.
Os anjos ao serviço do Senhor no dia final, como ceifeiros, tirarão do Reino todo joio, ou seja, tudo o que foi semeado pelo diabo, isto é, os ímpios, aqueles que praticam o mal e são motivos de tropeço. Eles serão lançados na fornalha ardente, onde haverá choro e ranger de dentes. Por outro lado, a boa semente, isto é, os justos, brilharão como sol no Reino de Deus (Mateus 13:36-43).
A diferença entre o Joio e o Trigo
O objetivo de Jesus em expressar a ideias de semelhança e contraste é perfeitamente alcançado no uso das duas sementes. O joio da qual Jesus fala nesta parábola, trata-se de uma erva terrível chamada tecnicamente de Lolium Temulentum. Esta erva é uma praga relativamente comum em muitas lavouras de trigo.
Em seus primeiros estágios, enquanto ainda está em folhas, ela se assemelha muitíssimo ao trigo, tornando inviável arrancá-la do meio do trigo. Mas as semelhanças param por aqui. O joio pode ser hospedeiro de um fungo que produz toxinas venenosas que podem causar efeitos gravíssimos se consumido por animais e humanos.
Portanto, enquanto o trigo é base dos mais variados alimentos, o joio é uma erva daninha. Mas ao amadurecer, quando as espigas são formadas, as semelhanças entre essas duas sementes acabam. No dia da colheita, nenhum ceifeiro comete o erro de colher joio em lugar do trigo.
O significado da Parábola do Joio e do Trigo
A Parábola do Joio e do Trigo fala do caráter heterogêneo atual do Reino, mas também ressalta sua consumação futura em plena pureza e esplendor. Assim como em uma lavoura que enquanto as plantas crescem ervas indesejadas também crescem junto, assim também ocorre no Reino. Mas no final, tanto a lavoura quanto o Reino, são submetidos a uma rigorosa limpeza. Isto ocorre no dia da ceifa. Neste dia os ceifeiros separam o resultado da boa semente da praga que cresceu no meio dela.
Então o significado da Parábola do Joio e do Trigo aponta para a realidade da existência do mal entre o bem no Reino. Em determinados estágios, o mal se alastra de uma forma tão sorrateira, que é praticamente impossível diferenciá-lo.
Mas o significado desta parábola também revela a verdade de que no final o Filho do homem cuidará, através de seus anjos, de separar os bons dos maus. Nesse dia os ímpios serão tirados do meio dos redimidos. Os filhos do maligno serão perfeitamente distinguidos dos filhos de Deus e serão lançados no lugar de tormento.
Mas os fiéis entrarão na bem-aventurança eterna. Eles estarão para todo sempre ao lado do Senhor. Eles não brotaram como uma erva daninha no campo, mas foram plantados pelas mãos do grande Semeador. Eles são frutos da boa semente, e a boa semente jamais resultará em praga. Apesar de muitas vezes terem que dividir a lavoura com o joio, o celeiro daquele que os plantou está reservado exclusivamente para recebê-los.
Lições da Parábola do Joio e do Trigo
Jesus conclui esta parábola com as conhecidas palavras: “Aquele que tem ouvidos, então ouça” (Mateus 13:43). Certamente a Parábola do Joio e do Trigo, através de seu significado central, nos ensina valiosas lições e devemos estar atentos a ouvi-las.
A necessidade da paciência diante do joio
A principal lição que devemos tomar da Parábola do Joio e do Trigo diz respeito à paciência. A ordem para deixar que o joio cresça no meio trigo fala exatamente disto. Mas ao contrário do que alguns pesam, esta não é uma ordem para que o pecado seja tolerado no meio da Igreja.
Sobre isto, W. Hendriksen ressalta que o ensino de Jesus neste ponto é que simplesmente seus servos devem estar dispostos a esperar pacientemente pela decisão do Filho do homem no dia da ceifa.
O joio está misturado no meio do trigo
Satanás se empenha em falsificar a mensagem do Evangelho, de modo que seus representantes se misturam no meio do verdadeiro povo de Deus. É interessante notar que o joio não foi semeado numa lavoura vizinha de onde o trigo foi semeado. O joio semeado pelo maligno está no meio da igreja visível.
Eles se misturam e se tornam muitas vezes imperceptíveis, e buscam entrelaçar suas raízes com o intuito de fazer com que os verdadeiros crentes tropecem em seus enganos. Portanto, aqueles que professam o falso evangelho se parecem com trigo, mas na realidade são ervas daninhas. Eles jamais poderão ser genuínos embaixadores do Reino, pois são agentes de Satanás.
O joio será definitivamente separado do trigo
Por mais que o joio cresça no meio do trigo, esta aparente união não será definitiva. Como foi dito, o joio cresce na mesma lavoura do trigo, sobre a mesma terra. Ele recebe os mesmos nutrientes, o mesmo adubo e é regado pela mesma água. Mas um carrega em si a vida, enquanto outro carrega em si a morte. Por ocasião do juízo, os filhos de Deus e os filhos do diabo serão permanentemente separados.
No dia do juízo final toda impureza será arrancada do Reino. Tudo aquilo que afronta e transgride a Lei de Deus será removido. A verdadeira Igreja estará finalmente reunida em todo esplendor com Aquele que a plantou e que lhe foi sua Pedra Angular. Então os redimidos viverão por toda a eternidade no universo transformado, não mais sujeito aos efeitos do pecado. Mas é importante que jamais nos esqueçamos: esta separação ocorrerá somente no dia da ceifa, não antes disto.
Você gostou da explicação da Parábola do Joio e do Trigo? Então conheça também um material que preparamos exclusivamente para você, com a explicação de todas as parábolas de Jesus de uma forma simples e objetiva
segunda-feira, 20 de maio de 2019
Lapide
Lápide
Sexta-feira fui num enterro, e vi uma inscrição numa lápide, As pessoas que amamos não morrem somente partem antes de nós.
Cabeça e calcanhar
GÊNESIS 3.15
“Porei inimizade entre ti e a mulher, entre a tua descendência e o seu descendente. Este te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar.”
Estas palavras são ditas por Deus à serpente, que é satanás por ocasião em que este induziu Adão e Eva ao pecado. Em partes, vejamos o significado delas:
“Porei inimizade entre ti e a mulher”
Nestas palavras Deus está afirmando que deverá de existir inimizade permanente entre satanás (“ti”) e a mulher (raça humana)
“Entre a tua descendência e o seu descendente”
Estas palavras são uma repetição da afirmação anterior de Deus, ou seja, que a inimizade estará estabelecida entre todos os que estão sujeitos a satanás (“tua descendência”) e o descendente da mulher que, neste caso, é Cristo.
Por que afirmamos que o descendente da mulher, neste caso, é Cristo? Porque vários textos do Novo Testamento apontam para Cristo como o descendente da mulher (Gl 4.4, por exemplo). Além disso, na seqüência de Gn 3.15, é dito que o descendente da mulher iria esmagar a cabeça da serpente. E isto, quem fez, foi Cristo. Cristo é quem derrotou as satanás quando ressuscitou dentre os mortos. Ler: Jo 12.31; At 26.18; Rm 5.18, 19; Hb 2.14; Ap 12.1, 7)
“Este te ferirá a cabeça”
Estas palavras apontam para o descendente da mulher (este), que, como já vimos, é Jesus. Jesus ferirá, como de fato feriu, ca cabeça da serpente (satanás). Isto aconteceu quando Cristo completou a sua obra de redenção, salvando os pecadores e ressuscitando dentre os mortos. Os textos bíblicos acima indicados, mostram isso.
“E tu lhe ferirás o calcanhar”
Aqui Deus conclui a sentença, dizendo que satanás (tu), representado na serpente, iria ferir o calcanhar do descendente da mulher (lhe), Jesus. Isto é uma referência à crucificação de Jesus. Foi necessário que Jesus fosse crucificado, mas isto, comparado com a sua ressurreição, é apenas um ferimento no calcanhar. Notar bem a diferença: cabeça e calcanhar. Um ferimento no calcanhar nunca tem as conseqüências que o tem ferimento na cabeça. Aliás, no calcanhar é um ferimento, mas na cabeça da serpente, é um “esmagar”, conforme registram os textos do Novo Testamento. E, cabeça, aqui, representa o poder. É o poder de satanás que Cristo derrotou na sua ressurreição.
Esperamos que com isto tenhamos ajudado a esclarecer este texto.
Paulo Kerte Jung, pastor
terça-feira, 14 de maio de 2019
O lenço dobrado
POR QUE JESUS DOBROU O LENÇO? 🤔
O LENÇO DOBRADO (João 20:7)
Por que Jesus dobrou o lenço que cobria sua cabeça no sepulcro depois de sua ressurreição?
Poucas pessoas nunca haviam detido a atenção a esse detalhe.
Em João 20:7 - nos diz que: "bem como o lenço que estivera sobre a cabeça de Jesus. Ele estava dobrado à parte, separado das faixas de linho".
A Bíblia reserva um versículo inteiro para nos dizer que o lenço foi dobrado cuidadosamente e colocado na cabeceira do túmulo de pedra.
Bem cedo, na manhã de domingo, Maria Madalena foi à tumba e descobriu que a pedra da entrada havia sido removida. Ela correu ao encontro de Simão Pedro e outro discípulo... aquele que Jesus tanto amara {João}
e disse-lhe:
- "Tiraram o corpo do Senhor e eu não sei para onde o levaram."
Pedro e o outro discípulo correram ao túmulo de Jesus para ver...
O outro discípulo passou à frente de Pedro e lá chegou primeiro. Ele parou e observou os lençóis, mas ele não entrou no túmulo.
Simão Pedro chegou e entrou. Ele também notou os lençóis ali deixados, enquanto que o lenço que cobrira a face de Jesus estava dobrado, e colocado em outro lado.
Isto é importante? Definitivamente sim!
Isto é significante? Certamente que sim!
Para poder entender a significância do
lenço dobrado se faz necessário que entendamos um pouco a respeito da
tradição Hebraica daquela época.
O lenço dobrado tem que a ver com o "senhor e o servo", e todo menino Judeu conhecia essa tradição.
Quando o servo colocava a mesa de jantar, ele buscava ter certeza em fazê-lo exatamente da maneira que seu senhor queria. A mesa era colocada perfeitamente, e o servo esperava, fora da visão dele, até que o mesmo terminasse a refeição.
O servo não podia se atrever nunca, a tocar na mesa antes que o seu senhor tivesse terminado a sua refeição. Diz a tradição que:
ao terminar a refeição, o senhor se levantava, limpava os dedos, a boca e sua barba, e embolava o lenço e o jogava sobre a mesa.
Naquele tempo o lenço embolado queria dizer:
"Eu terminei."
No entanto, se o senhor se levantasse e deixasse o lenço DOBRADO ao lado do prato, o servo jamais ousaria tocar na mesa porque o lenço dobrado queria dizer:
"Eu voltarei!"
Que demais! Na palavra de Deus, não tem nada sem sentido ou significado.
Em breve Jesus voltará!
sábado, 4 de maio de 2019
Resgatando o valor da chamada cristã e ministerial
Paulo sua conversão e chamada
1- Atos 9: 4,5 - primeira chamada ( conversão ) perto da cidade de Damasco ( 3 ) Deus revela a outros ? ( 10-15 ) vaso escolhido.
2 - Pregar não é chamada para o ministério At 9: 20,21 - todo convertido deve pregar.
3 - Pode ser rejeitado ( 26 ) mas Deus usa alguém para ajudar ( 27 ) em Jerusalém.
4 - Foi depois para Cesaréia ( 30 )
5 - Paulo era instruído na escola de Gamaliel ( Até 22: 3 ) vai ao deserto da Arábia para aprender na escola de Deus, assim como Moisés ( Ex 2: 15 ) GL 1: 16-19, não consultou ninguém para pregar.
6 - Como não era conhecido pelas igrejas da Judéia vai para a Síria e Cilícia provavelmente a sua cidade Tarso.
7 - Depois de catorze anos vai para Jerusalém com Barnabé e Tito.
8 - Depois finalmente chega a Antioquia onde é separado para a obra Gl 2: 11.
9 - Até 13: 1-3 - Separado com Barnabé com a direção do Espírito Santo, jejum, oração e imposição de mãos. ( Antioquia ).
1 - Sempre Deus revela a alguém sobre a minha chamada ?
Na maioria dos casos é assim, mas há casos que não Ex. Willian Joseph Seymour, Bruce Ilson, Pr. José Sátiro ( Colômbia )
2 - Tempo da chamada.
Fator essencial ( maturidade )
l Tm 3: 6, 10 - Lv 8: 30 - 35.
3 - Um importante negócio - At 6: 1-6 - l Tm 3: 1
4 - Imposição de mãos - é transferência de poder
At 6: 7 - ll Tm 1: 6 - l Tm 4: 14 - At 13: 3 - l Tm 1: 18 ( profecia )
5 - Dons ministeriais - Ef 4: 10-12. ( Para edificação )
l Co 7: 20.- essa vocação aí não é ministerial e sim conjugal.
ll Tm 4: 5 - A obra de um evangelista, todos devemos fazer .
6 - Deus não chama desocupados para sua obra.
Mateus - Mt 9:9 ( na recebedori
a )
Eliseu - l Rs 19:19-21 ( lavrando a terra )
Gideão - Jz 6: 11 - ( malhando o trigo )
Davi - l Sm 16: 11 ( apacentando o rebanho de ovelhas )
Pedro e André - Mt 4: 18 ( lançando as redes )
Tiago e Zebedeu - Mt 4: 21 ( consertando as redes )
terça-feira, 16 de abril de 2019
Lo- debar verdadeira
A verdadeira Lo-Debar. Quem nunca ouviu uma mensagem ou até mesmo um louvor falando acerca de Mefibosete e Lo-Debar? Essa passagem bíblica tão conhecida no meio evangélico e tão divulgada em mensagens e palavras. Pois bem, em um determinado momento senti o desejo de preparar uma mensagem sobre esse episódio, e como a grande maioria das pessoas, fui pensando em escrever algo referente a saída de uma terra seca, infrutífera, de desprezo e vergonha para a exaltação, para ser partícipe da mesa do rei. Fui pensando em falar acerca das condições de vida de Mefibosete que morava de favor na casa de Maquir, morando em uma terra tão ruim que fora lá se esconder de Davi, haja visto que como descendente de Saul, Mefibosete poderia requerer o trono, e por essa causa Davi poderia querer matá-lo para evitar assim uma nova guerra de sucessão. Mas então ao ler sobre o texto bíblico e diversos comentários sobre esse produto passagem, meu entendimento foi outro, e gostaria de compartilhar com vocês. Primeiro vale ressaltar como Lo-Debar aparece na história. No capítulo 9 de II Samuel, lemos a história de como Davi procura algum membro da família de Saul para usar de beneficência por amor a Jônatas, a quem havia prometido cuidar de seus descendentes 1 Samuel 20:14-17 1 Samuel 18:3; 2 Samuel 21:7. Ao fazer essa pergunta, lhe apresentaram Ziba, ele tinha sido servo do rei Saul e sabia do paradeiro dos antigos membros da família de seu antigo senhor. Portanto, Ziba deveria saber informar, com precisão sobre o assunto que interessava a Davi, ao que ele responde prontamente a pergunta de Davi, declarando que ainda havia um filho de Jônatas chamado Mefibosete também conhecido por Meribe-Baal 1 Crônicas 8:34, que significa, Baal é nosso advogado. Veja que esse era o primeiro nome de Mefibosete, mas depois seu nome se tornou Mefibosete (bosete = vergonha). A Bíblia ainda nos conta que Mefibosete era aleijado de ambos os pés e isso fora devido não por uma falha genética, mas por sua ama tê-lo deixado cair quando esta fugia com ele depois da morte de seu pai, Jônatas e seu avô, Saul. 2 Samuel 4:4. Após esse episódio Mefibosete se refugiou na casa de Maquir de Lo-Debar, provavelmente Mefibosete teria recorrido aos parentes de sua mãe e por lá teria estabelecido residência, mas isso não é certo pois não há na Bíblia nenhuma referência de Maquir ter algum grau de parentesco com Mefibosete. O mais provável é que Maquir tenha recolhido Mefibosete em sua casa por benevolência, não por laços parentais. Então nesse ponto chegamos a uma parte importante para nos revelar que lugar era esse Lo-Debar, pois Mefibosete não era natural de Lo-Debar, mas Maquir sim morava lá, e através de Maquir iremos conhecer um pouco de Lo-Debar. Maquir, não era pobre, nem habitava em um pobre lugar! Essa ideia de Lo-Debar como terra seca, terra de amargura, uma terra que plantando nada cresce, não tem nenhuma referência bíblica, não tem como se provar que Lo-Debar era um lugar ruim ou terrível, um lugar de miséria, isso porque um de seus moradores era Maquir e Maquir era homem muito rico. Vejamos, em 2 Samuel 17:27-29 vemos que quando Davi está saindo fugido por causa da rebelião de Absalão, ele é socorrido por alguns homens, dentre eles Maquir, que supre as necessidades de Davi e dos homens que com ele estavam. Maquir era descendente direto de outro Maqui, que aparece em Dt 3:15 Maquir o conquistador e fundador da da tribo dos maquiritas, foi o filho mais velho de Manassés e neto de José (Gên. 50:23; Jos. 17:1). Ele subjugou Gileade e recebeu aqueles territórios, quando a Terra Prometida foi dividida após a conquista. Lo-Debar não era uma terra de miséria, nem seus moradores miseráveis. Bem, agora que conhecemos um dos moradores de Lo-Debar e haja visto que esse morada era importante e influente a ponto de ajudar Davi em sua fuga e receber em sua casa um descendente da família real de Saul, vamos conhecer a cidade em que ele morava, Lo-Debar. Lo-Debar, ou melhor Debir que no hebraico significa "santuário". Nas paginas do Antigo Testamento, esse é o nome de duas cidades e de um homem, a saber resumidamente: 1.Uma cidade no território de Judá, a quarenta e oito quilômetros a sudoeste de Jerusalém e a dezesseis quilômetros a oeste de Hebrom (Jos. 15:7). No décimo quinto versículo desse mesmo capitulo, temos a informação de que o nome anterior dessa cidade era Quiriate- Sefer. Foi um dos muitos lugares conquistados por Josué (Jos. 10:38 ss). Posteriormente, foi reocupado por Otniel (Jos. 15:7,15,17). O nome que os cananeus lhe davam, Quiriate-Sefer, significa «cidade do livro». Mas seu novo nome, Debir, parece sugerir que era ali que os cananeus tinham um de seus oráculos. Portanto, tanto um quanto o outro nome sugere material escrito ligado ao culto dos deuses pagãos, ali localizado. Porém, outros imaginam que a transliteração para o hebraico não preservou o intuito original do nome cananeu, pelo que a referência à ideia de escrita seria incorreta*. 2. Uma cidade em Gileade, perto do Jordão (Jos. 13:26). Não ficava longe de Maanaim, tendo sido identificada por alguns estudiosos com a «Lo-Debar» de II Samuel 17:27. Há alusão a Debir, em Amós 6:13; mas, uma distorção proposital do nome, faz com que este signifique «nulidade» (nossa versão portuguesa diz «Lo-Debar»), porque, mui provavelmente, na época daquele profeta o local era sede de algum culto pagão. O local moderno dessa antiga cidade é desconhecido**. 3. Um rei de Eglom, membro de uma aliança de cinco reis amorreus que se opuseram a Gibeom, a convite de Adoni-Zedeque, rei de Jerusalém. Porém, alguns eruditos pensam que o nome «Debir», nesse caso, refere-se a uma fortaleza, e não a um rei. Ver Jos. 10:3,5,16,26. Os gibeonitas apelaram para Josué, pedindo ajuda militar. A batalha teve lugar no vale de Aijalom, quando ocorreu o longo dia de Josué (Jos. 10:3-39). Se Debir foi, realmente, um monarca, então ele viveu em torno de 1450 A.C.*** Não encontramos nenhuma referência então a Lo-Debar como terra desértica ou algo parecido, ao contrário era uma terra muito bem localizada. Então todas as mensagens que tinham Lo-Debar como pano de fundo, que tratavam Mefibosete saindo de um lugar de desprezo para a mesa do Rei estavam erradas? Não e sim! Não, porque como vimos se referir a Lo-Debar como uma terra ruim é totalmente errôneo. Foi em Lo-Debar que Mefibosete contraiu matrimônio, isso indica que ele apesar de ser aleijado de ambos os pés, mantinha uma porcentagem de sua realeza, não sendo de todo desprezado. Até sua morada na casa de Maquir revela que ele fora acolhido por um homem rico e influente como vimos. Claro que morar de favor, ser aleijado não era das melhores condições de vida, mas isso não quer dizer levar uma vida miserável. Mefibosete talvez estivesse nessa terra longínqua de Jerusalém por temer por sua vida, pois era comum uma nova dinastia eliminar os membros da antiga família real, então em Lo-Debar Mefibosete estaria em um lugar de esquecimento, onde ninguém se lembraria que restava alguém ainda da família de Saul, só quem lembrava de tal coisa era o antigo servo da casa real Ziba. Embora se possa argumentar que Mefibosete tenha o seu nome de (bosete = vergonha) possa revelar que ele ali estaria em estado de vergonha, devemos lembrar que o seu nome Meri-Baal possa ter influenciado na troca pelo escritor, que quis acentuar a negatividade do seu antigo nome. Se porventura disserem que ele ao chegar a Davi se considera um cão morto, é uma questão de bom senso que diante da possibilidade de se ter a cabeça cortada agirmos humildemente, isto porque ainda não havia sido revelado que Davi agiria de bom grado para com Mefibosete. Então dizer que estar em Lo-Debar é algo ruim, pode ser verdade em parte (lugar onde Mefibosete se escondeu de ser morto, morar de favor na casa de Maquir...) mas dizer que lá era uma terra dos pobres de Israel é uma grande tolice.
