segunda-feira, 27 de maio de 2019

A postura do pregador

A POSTURA DO PREGADOR NO PÚLPITO

Por Geziel Gomes

1- O pregador não deve cumprimentar individualmente todas as pessoas que encontra no púlpito, se a reunião já está em andamento.

2- O pregador não deve se dirigir a qualquer pessoa no púlpito no momento da oração.

3- O pregador deve evitar cruzar as pernas enquanto estiver no púlpito.

4- O pregador deve evitar dizer: “levante as mãos para cima”, visto que não se pode levantar nada para baixo.

5- O pregador não pode ser interrompido enquanto estiver falando.

6- O pregador deve ser inteligente no uso de sua voz.

7- O pregador deve evitar o uso de chavões durante a pregação.

8- O pregador jamais deve passar para o auditório a impressão de que está estressado.

9- O pregador não deve tomar mais tempo na introdução que no conteúdo da mensagem.

10- O pregador não de e abusar da expressão: “diga para a pessoa que está ao seu lado”.

11- O pregador não deve manter os seus ouvintes em pé por um tempo além do necessário.

12- O pregador deve evitar dizer várias vezes na mesma mensagem: “e agora, para concluir” .

13- O pregador não deve concluir uma oração dizendo: “ em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo”.

14- O pregador deve ser gentil ao pedir silêncio ao auditório.

15- O pregador deve ser muito cauteloso ao tratar com crianças que se movimentam nos corredores do templo ou diante do púlpito

sábado, 25 de maio de 2019

Acalmando a tempestade

ACALMANDO A TEMPESTADE  

Marcos 4, 35-41  

Quando a tempestade atingiu o barco os discípulos entregaram-se ao pânico, agiam como se fossem ser lançados à eternidade a qualquer momento. Se ao invés de se apavorarem eles tivessem se lembrado dos ensinamentos de Jesus, certamente eles teriam se mantido em calma, mas pelo contrario foram dominados pelo medo e pavor da morte. Os seus temores suplantaram o sucesso. 

É interessante notar que tudo vai bem, quando o barco está na água, mas, quando a água está no barco, não podemos afirmar que tudo vai bem. Muitas vezes sucumbimos diante da adversidade, porque permitimos que as tormentas invadam nosso espírito.   Quando Daniel foi lançado na cova dos leões, ele não deixou a cova se instalar no seu espírito, Paulo e Silas quando estavam presos, lutaram para que seus espíritos não fossem aprisionados.

As vitórias não dependem das circunstâncias externas, mas do nosso íntimo, ela depende de como você enfrenta a adversidade. Se estivermos fortalecidos no Senhor e na força de seu poder, triunfaremos sobre a adversidade.  O medo tinha aberto a porta para a tempestade invadir os corações dos discípulos. Nas circunstâncias da vida devemos sempre estar atentos para a voz do Senhor Jesus que diz: "NAO TEMAS" Precisamos entender que a presença de Jesus no barco de nossa vida é a garantia que as ondas não irão nos sucumbir.

Pr. Samuel Couto

terça-feira, 21 de maio de 2019

Elias e carruagem de fogo



      Quando lemos a palavra muitas vezes não percebemos alguns detalhes importantes e por falta de hermenêutica acabamos por afirmar coisas que a Bíblia não diz . Antigamente era muito comum se ouvir em alguns hinos ou ler em livros que Elias foi arrebatado aos céus em uma carruagem de fogo e isso se tornou uma verdade incontestável para alguns irmãos. Entretanto, será que realmente Elias foi arrebatado em uma carruagem de fogo? Ao analisar o texto bíblico de forma cuidadosa, podemos concluir que não: “E sucedeu que, indo eles andando e falando, eis que um carro de fogo, com cavalos de fogo, os separou um do outro; e Elias subiu ao céu num redemoinho.” (II Rs 2.11). O Texto é bastastante elucidativo até porque a carruagem de fogo só serviu para separar Elias de Eliseu sendo o profeta transladado aos céus por um redemoinho e não por uma carruagem de fogo. Amado irmão, aprender a palavra é muito importante para o nosso crescimento espiritual. Portanto, estude a palavra de forma sistemática, frequente os cultos, venha na Escola Dominical, estude Teologia, pois quanto mais estudamos, mais descobrimos que precisamos aprender mais.

Explicação da parábola do joio

A Parábola do Joio e do Trigo fala sobre a existência do mal no meio do bem e a definitiva separação entre eles. A Parábola do Joio e do Trigo está registrada no Evangelho de Mateus, bem como sua explicação (Mateus 13:24-30; 36-43). Neste estudo bíblico iremos meditar no significado dessa importante parábola de Jesus.


Resumo da Parábola do Joio e do Trigo


Na Parábola do Joio e do Trigo Jesus comparou o Reino dos céus a lavoura de um homem. Este homem semeou boa semente de trigo em seu campo. Mas durante o seu período de descanso, veio um adversário e semeou joio no meio do trigo. Passando o tempo, o trigo cresceu e frutificou, mas junto dele também apareceu o joio.


Ao constatarem que havia joio entre o trigo, os servos do dono do campo lhe interrogaram sobre o porquê da presença de joio na plantação se na verdade apenas o trigo havia sido semeado por ele. O agricultor respondeu aos seus servos que um inimigo havia feito aquilo.


Prontamente seus servos se disponibilizaram a arrancar o joio do meio da plantação de trigo. Mas o dono do campo impediu que eles fizessem isto. Segundo ele, ao arrancar o joio, seus servos poderiam também acabar arrancando o trigo. Então ele ordenou que deixassem crescer o joio e do trigo juntos até o dia da ceifa. Neste dia, porém, os ceifeiros teriam ordens para colher primeiro o joio e separá-lo para queimar, enquanto o trigo seria guardado em seu celeiro (Mateus 13:24-30).


Contexto da Parábola do Joio e do Trigo


Jesus pronunciou a Parábola do Joio e do Trigo num determinado dia em que saiu de uma casa e se assentou à beira do Mar da Galileia. Naquele dia uma grande multidão se reuniu perto dele. Então Ele subiu num barco enquanto a multidão ficou em pé na praia escutando seus ensinamentos.


Naquele mesmo dia, Jesus pronunciou uma série de pelo menos sete parábolas sobre o Reino dos céus. Primeiro Ele contou quatro parábolas diante de toda multidão. Foram elas: O Semeador, O Joio e do Trigo, O Grão de Mostarda e o Fermento (Mateus 13:1-36). Já as três últimas parábolas foram contadas exclusivamente aos seus discípulos. Foram elas: O Tesouro EscondidoA Pérola de Grande Valor e a Rede. (Mateus 13:36-53).


Provavelmente a Parábola do Joio e do Trigo foi contada na sequência da Parábola do Semeador. Ambas as parábolas possuem certas semelhanças. Elas utilizam o pano de fundo da agricultura, e igualmente falam de um semeador, uma lavoura, e sementes sendo plantadas.


Mas ao mesmo tempo elas também possuem diferenças significativas. Na Parábola do Semeador só há um tipo de semente sendo semeada, a boa semente. Por isto a mensagem da parábola enfatiza a forma com que essa boa semente é recebida pelos diferentes tipos de solo. Além disto, o maligno aparece como aquele que arranca a semente semeada em determinado tipo de solo.


Já na Parábola do Joio e do Trigo há dois tipos de sementes, a boa e a ruim. Então a ênfase é posta no semeador, sobretudo na forma com que ele trata a realidade de haver semente ruim plantada junto de semente boa. Por último, o inimigo aparece como sendo o responsável em plantar a semente ruim. Existem muitas passagens bíblicas que aplicam metáforas da agricultura, pois isto consistia em algum muito presente na vida daquela época.


Explicação da Parábola do Joio e do Trigo


O próprio Jesus explicou a Parábola do Joio e do Trigo aos seus discípulos. Eles não tinham entendido esta parábola, e depois de Jesus ter despedido a multidão, eles lhe pediram explicação.


Jesus explicou a parábola dizendo que o homem que semeia a boa semente é o Filho do homem, ou seja, Ele próprio. Vale saber que o título “Filho do homem” é a autodesignação mais utilizada por Jesus. Este é um título muito significativo que aponta tanto para sua plena humanidade quanto para sua plena divindade.


O campo, na parábola, serve como representação do mundo. A boa semente de trigo representa os filhos do Reino, enquanto que o joio representa os filhos do maligno. Consequentemente, o inimigo que semeou o joio é o diabo. Por último, a ceifa representa a consumação dos séculos, e os ceifeiros, aos anjos.


Os anjos ao serviço do Senhor no dia final, como ceifeiros, tirarão do Reino todo joio, ou seja, tudo o que foi semeado pelo diabo, isto é, os ímpios, aqueles que praticam o mal e são motivos de tropeço. Eles serão lançados na fornalha ardente, onde haverá choro e ranger de dentes. Por outro lado, a boa semente, isto é, os justos, brilharão como sol no Reino de Deus (Mateus 13:36-43).


A diferença entre o Joio e o Trigo


O objetivo de Jesus em expressar a ideias de semelhança e contraste é perfeitamente alcançado no uso das duas sementes. O joio da qual Jesus fala nesta parábola, trata-se de uma erva terrível chamada tecnicamente de Lolium Temulentum. Esta erva é uma praga relativamente comum em muitas lavouras de trigo.


Em seus primeiros estágios, enquanto ainda está em folhas, ela se assemelha muitíssimo ao trigo, tornando inviável arrancá-la do meio do trigo. Mas as semelhanças param por aqui. O joio pode ser hospedeiro de um fungo que produz toxinas venenosas que podem causar efeitos gravíssimos se consumido por animais e humanos.


Portanto, enquanto o trigo é base dos mais variados alimentos, o joio é uma erva daninha. Mas ao amadurecer, quando as espigas são formadas, as semelhanças entre essas duas sementes acabam. No dia da colheita, nenhum ceifeiro comete o erro de colher joio em lugar do trigo.




O significado da Parábola do Joio e do Trigo


A Parábola do Joio e do Trigo fala do caráter heterogêneo atual do Reino, mas também ressalta sua consumação futura em plena pureza e esplendor. Assim como em uma lavoura que enquanto as plantas crescem ervas indesejadas também crescem junto, assim também ocorre no Reino. Mas no final, tanto a lavoura quanto o Reino, são submetidos a uma rigorosa limpeza. Isto ocorre no dia da ceifa. Neste dia os ceifeiros separam o resultado da boa semente da praga que cresceu no meio dela.


Então o significado da Parábola do Joio e do Trigo aponta para a realidade da existência do mal entre o bem no Reino. Em determinados estágios, o mal se alastra de uma forma tão sorrateira, que é praticamente impossível diferenciá-lo.


Mas o significado desta parábola também revela a verdade de que no final o Filho do homem cuidará, através de seus anjos, de separar os bons dos maus. Nesse dia os ímpios serão tirados do meio dos redimidos. Os filhos do maligno serão perfeitamente distinguidos dos filhos de Deus e serão lançados no lugar de tormento.


Mas os fiéis entrarão na bem-aventurança eterna. Eles estarão para todo sempre ao lado do Senhor. Eles não brotaram como uma erva daninha no campo, mas foram plantados pelas mãos do grande Semeador. Eles são frutos da boa semente, e a boa semente jamais resultará em praga. Apesar de muitas vezes terem que dividir a lavoura com o joio, o celeiro daquele que os plantou está reservado exclusivamente para recebê-los.


Lições da Parábola do Joio e do Trigo


Jesus conclui esta parábola com as conhecidas palavras: “Aquele que tem ouvidos, então ouça” (Mateus 13:43). Certamente a Parábola do Joio e do Trigo, através de seu significado central, nos ensina valiosas lições e devemos estar atentos a ouvi-las.


A necessidade da paciência diante do joio


A principal lição que devemos tomar da Parábola do Joio e do Trigo diz respeito à paciência. A ordem para deixar que o joio cresça no meio trigo fala exatamente disto. Mas ao contrário do que alguns pesam, esta não é uma ordem para que o pecado seja tolerado no meio da Igreja.


Sobre isto, W. Hendriksen ressalta que o ensino de Jesus neste ponto é que simplesmente seus servos devem estar dispostos a esperar pacientemente pela decisão do Filho do homem no dia da ceifa.


O joio está misturado no meio do trigo


Satanás se empenha em falsificar a mensagem do Evangelho, de modo que seus representantes se misturam no meio do verdadeiro povo de Deus. É interessante notar que o joio não foi semeado numa lavoura vizinha de onde o trigo foi semeado. O joio semeado pelo maligno está no meio da igreja visível.


Eles se misturam e se tornam muitas vezes imperceptíveis, e buscam entrelaçar suas raízes com o intuito de fazer com que os verdadeiros crentes tropecem em seus enganos. Portanto, aqueles que professam o falso evangelho se parecem com trigo, mas na realidade são ervas daninhas. Eles jamais poderão ser genuínos embaixadores do Reino, pois são agentes de Satanás.


O joio será definitivamente separado do trigo


Por mais que o joio cresça no meio do trigo, esta aparente união não será definitiva. Como foi dito, o joio cresce na mesma lavoura do trigo, sobre a mesma terra. Ele recebe os mesmos nutrientes, o mesmo adubo e é regado pela mesma água. Mas um carrega em si a vida, enquanto outro carrega em si a morte. Por ocasião do juízo, os filhos de Deus e os filhos do diabo serão permanentemente separados.


No dia do juízo final toda impureza será arrancada do Reino. Tudo aquilo que afronta e transgride a Lei de Deus será removido. A verdadeira Igreja estará finalmente reunida em todo esplendor com Aquele que a plantou e que lhe foi sua Pedra Angular. Então os redimidos viverão por toda a eternidade no universo transformado, não mais sujeito aos efeitos do pecado. Mas é importante que jamais nos esqueçamos: esta separação ocorrerá somente no dia da ceifa, não antes disto.


Você gostou da explicação da Parábola do Joio e do Trigo? Então conheça também um material que preparamos exclusivamente para você, com a explicação de todas as parábolas de Jesus de uma forma simples e objetiva


segunda-feira, 20 de maio de 2019

Lapide

Lápide

Sexta-feira fui num enterro, e vi uma inscrição numa lápide, As pessoas que amamos não morrem somente partem antes de nós.

Cabeça e calcanhar

GÊNESIS 3.15

“Porei inimizade entre ti e a mulher, entre a tua descendência e o seu descendente. Este te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar.”
Estas palavras são ditas por Deus à serpente, que é satanás por ocasião em que este induziu Adão e Eva ao pecado. Em partes, vejamos o significado delas:
“Porei inimizade entre ti e a mulher”
Nestas palavras Deus está afirmando que deverá de existir inimizade permanente entre satanás (“ti”) e a mulher (raça humana)
“Entre a tua descendência e o seu descendente”
Estas palavras são uma repetição da afirmação anterior de Deus, ou seja, que a inimizade estará estabelecida entre todos os que estão sujeitos a satanás (“tua descendência”) e o descendente da mulher que, neste caso, é Cristo.
Por que afirmamos que o descendente da mulher, neste caso, é Cristo? Porque vários textos do Novo Testamento apontam para Cristo como o descendente da mulher (Gl 4.4, por exemplo). Além disso, na seqüência de Gn 3.15, é dito que o descendente da mulher iria esmagar a cabeça da serpente. E isto, quem fez, foi Cristo. Cristo é quem derrotou as satanás quando ressuscitou dentre os mortos. Ler: Jo 12.31; At 26.18; Rm 5.18, 19; Hb 2.14; Ap 12.1, 7)
“Este te ferirá a cabeça”
Estas palavras apontam para o descendente da mulher (este), que, como já vimos, é Jesus. Jesus ferirá, como de fato feriu, ca cabeça da serpente (satanás). Isto aconteceu quando Cristo completou a sua obra de redenção, salvando os pecadores e ressuscitando dentre os mortos. Os textos bíblicos acima indicados, mostram isso.
“E tu lhe ferirás o calcanhar”
Aqui Deus conclui a sentença, dizendo que satanás (tu), representado na serpente, iria ferir o calcanhar do descendente da mulher (lhe), Jesus. Isto é uma referência à crucificação de Jesus. Foi necessário que Jesus fosse crucificado, mas isto, comparado com a sua ressurreição, é apenas um ferimento no calcanhar. Notar bem a diferença: cabeça e calcanhar. Um ferimento no calcanhar nunca tem as conseqüências que o tem ferimento na cabeça. Aliás, no calcanhar é um ferimento, mas na cabeça da serpente, é um “esmagar”, conforme registram os textos do Novo Testamento. E, cabeça, aqui, representa o poder. É o poder de satanás que Cristo derrotou na sua ressurreição.
Esperamos que com isto tenhamos ajudado a esclarecer este texto.

Paulo Kerte Jung, pastor

terça-feira, 14 de maio de 2019

O lenço dobrado

POR QUE JESUS DOBROU O LENÇO? 🤔

O LENÇO DOBRADO (João 20:7)

Por que Jesus dobrou o lenço que cobria sua cabeça no sepulcro depois de sua ressurreição?

Poucas pessoas nunca haviam detido a atenção a esse detalhe.

Em João 20:7 - nos diz que: "bem como o lenço que estivera sobre a cabeça de Jesus. Ele estava dobrado à parte, separado das faixas de linho".

A Bíblia reserva um versículo inteiro para nos dizer que o lenço foi dobrado cuidadosamente e colocado na cabeceira do túmulo de pedra.

Bem cedo, na manhã de domingo, Maria Madalena foi à tumba e descobriu que a pedra da entrada havia sido removida. Ela correu ao encontro de Simão Pedro e outro discípulo... aquele que Jesus tanto amara {João}
e disse-lhe:

- "Tiraram o corpo do Senhor e eu não sei para onde o levaram."

Pedro e o outro discípulo correram ao túmulo de Jesus para ver...
O outro discípulo passou à frente de Pedro e lá chegou primeiro. Ele parou e observou os lençóis, mas ele não entrou no túmulo.

Simão Pedro chegou e entrou. Ele também notou os lençóis ali deixados, enquanto que o lenço que cobrira a face de Jesus estava dobrado, e colocado em outro lado.

Isto é importante? Definitivamente sim!
Isto é significante? Certamente que sim!

Para poder entender a significância do
lenço dobrado se faz necessário que entendamos um pouco a respeito da
tradição Hebraica daquela época.

O lenço dobrado tem que a ver com o "senhor e o servo", e todo menino Judeu conhecia essa tradição.

Quando o servo colocava a mesa de jantar, ele buscava ter certeza em fazê-lo exatamente da maneira que seu senhor queria. A mesa era colocada perfeitamente, e o servo esperava, fora da visão dele, até que o mesmo terminasse a refeição.

O servo não podia se atrever nunca, a tocar na mesa antes que o seu senhor tivesse terminado a sua refeição. Diz a tradição que:
ao terminar a refeição, o senhor se levantava, limpava os dedos, a boca e sua barba, e embolava o lenço e o jogava sobre a mesa.
Naquele tempo o lenço embolado queria dizer:

"Eu terminei."

No entanto, se o senhor se levantasse e deixasse o lenço DOBRADO ao lado do prato, o servo jamais ousaria tocar na mesa porque o lenço dobrado queria dizer:

"Eu voltarei!"

Que demais! Na palavra de Deus, não tem nada sem sentido ou significado.

Em breve Jesus voltará!

sábado, 4 de maio de 2019

Resgatando o valor da chamada cristã e ministerial

Paulo sua conversão e chamada

1- Atos  9: 4,5 - primeira chamada ( conversão ) perto da cidade de Damasco ( 3 ) Deus revela a outros ? ( 10-15 ) vaso escolhido.

2 - Pregar não é chamada para o ministério At 9: 20,21 - todo convertido deve pregar.

3 - Pode ser rejeitado ( 26 ) mas Deus usa alguém para ajudar ( 27 ) em Jerusalém.

4 - Foi depois para Cesaréia ( 30 )

5 - Paulo era instruído na escola de Gamaliel ( Até 22: 3 ) vai ao deserto da Arábia para aprender na escola de Deus, assim como Moisés ( Ex 2: 15 ) GL 1: 16-19, não consultou ninguém para pregar.

6 - Como não era conhecido pelas igrejas da Judéia vai para a Síria e Cilícia provavelmente a sua cidade Tarso.

7 - Depois de catorze anos vai para Jerusalém com Barnabé e Tito.

8 - Depois finalmente chega a Antioquia onde é separado para a obra Gl 2: 11.

9 - Até 13: 1-3 - Separado com Barnabé com a direção do Espírito Santo, jejum, oração e imposição de mãos. ( Antioquia ).

1 -  Sempre Deus revela a alguém sobre a minha chamada ?
Na maioria dos casos é assim, mas há casos que não Ex. Willian Joseph Seymour, Bruce Ilson, Pr. José Sátiro ( Colômbia )

2 - Tempo da chamada.
Fator essencial ( maturidade ) 
l Tm 3: 6, 10 - Lv 8: 30 - 35.

3 - Um importante negócio  - At 6: 1-6 -  l Tm 3: 1

4 - Imposição de mãos - é transferência de poder
At 6: 7 - ll Tm 1: 6 - l Tm 4: 14 - At 13: 3 - l Tm 1: 18 ( profecia )

5 - Dons ministeriais - Ef 4: 10-12. ( Para edificação )
l Co 7: 20.- essa vocação aí não é ministerial e sim conjugal.
ll Tm 4: 5 - A obra de um evangelista, todos devemos fazer .

6 -  Deus não chama desocupados para sua obra.
Mateus - Mt 9:9 ( na recebedori
a )

Eliseu - l Rs 19:19-21 ( lavrando a terra )

Gideão - Jz 6: 11 - ( malhando o trigo )

Davi - l Sm 16: 11 ( apacentando o rebanho de ovelhas )

Pedro e André - Mt 4: 18 ( lançando as redes )

Tiago e Zebedeu - Mt 4: 21 ( consertando as redes )