Quando
Ec. 12: 2-7 Sl 90: 9,10
Quando se escurecer o sol, o enfraquecimento da minha visão.
Quando os guardas da casa que são meus braços e pernas enfraqueceram.
Quando os moedores que são meus dentes estiverem cada vez poucos e fracos.
Quando os que olham pelas janelas que são meus olhos ficarem fracos e sem brilho.
Quando o baixo ruído da mordedura, como a porta do rosto, que são meus lábios e mandíbulas, não ter mais prazer no comer e beber.
Quando as vozes do canto se baixarem que é minha audição não suportar mais os volumes do som. Jr. 25: 10. Ap. 18:22.
Quando temer o que está no alto, que é o meu interesse pelas coisas banais, e elas se tornarem ameaçadoras.
Quando florescerá amendoeira que é o branquear dos meus cabelos.
Quando o gafanhoto for um peso, e o peso do meu corpo se tornar algo sacrificante, e eu necessitar de uma bengala para me locomover.
Quando perecer o apetite, perder a libido, logo vem ela a morte.
Quando a cadeia de prata, a minha coluna vertebral estiver bem enfraquecida.
Quando despedaçar o copo de ouro, o meu cérebro já não responder satisfatoriamente.
Quando o cântaro junto a fonte, o meu coração estiver falhando.
Quando a roda junto ao poço, meus órgãos vitais chegar ao final.
Antes do pó voltar a terra, que é o meu corpo, indo para a sepultura.
Então me lembrarei que lembrei do meu Criador nos dias da minha mocidade.
Se você é meu amigo internauta envie essa mensagem ao número máximo de jovens que puder.
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