terça-feira, 22 de setembro de 2020

Quando

Quando

Ec. 12: 2-7  Sl 90: 9,10

   Quando se escurecer o sol, o enfraquecimento da minha visão.
    Quando os guardas da casa que são meus braços e pernas enfraqueceram.
    Quando os moedores que são meus dentes estiverem cada vez poucos e fracos.
     Quando os que olham pelas janelas que são meus olhos ficarem fracos e sem brilho.
     Quando o baixo ruído da mordedura, como a porta do rosto, que são meus lábios e mandíbulas, não ter mais prazer no comer e beber.
     Quando as vozes do canto se baixarem que é minha audição não suportar mais os volumes do som. Jr. 25: 10. Ap.  18:22.
      Quando temer o que está no alto, que é o meu interesse pelas coisas banais, e elas se tornarem ameaçadoras.
      Quando florescerá amendoeira que é o branquear dos meus cabelos.
      Quando o gafanhoto for um peso, e o peso do meu corpo se tornar algo sacrificante, e eu necessitar de uma bengala para me locomover.
    Quando perecer o apetite, perder a libido, logo vem ela a morte.
    Quando a cadeia de prata, a minha coluna vertebral estiver bem enfraquecida.
    Quando despedaçar o copo de ouro, o meu cérebro já não responder satisfatoriamente.
     Quando o cântaro junto a fonte, o meu coração estiver falhando.
     Quando a roda junto ao poço, meus órgãos vitais chegar ao final.
      Antes do pó voltar a terra, que é o meu corpo, indo para a sepultura.
     Então me lembrarei que lembrei do meu Criador nos dias da minha mocidade.
     
      Se você é meu amigo internauta envie essa mensagem ao número máximo de jovens que puder.

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